domingo, 30 de novembro de 2008

Comando Mustache

Reunião Anual do Sindicato dos Taxistas Amadores

Isso que é profissionalismo... E olha que esses onze são apenas uma parte dos bigodudos... Tinha mais uma galera aqui em Porto e outra parte lá em Sampa. Olhando assim essa foto eu até consigo escutar uma trilha sonora de um filme do Tarantino.

sábado, 29 de novembro de 2008

Nomes - 1


Natimorto

Coitado do Sêo Epitácio
Por conta de um defeito na língua de seu pai
Virou um Epitáfio

mao + mao = maomao


Sacada gráfica-matemática do bróder Thiago Esser.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Bigoderas


crasse

Mustache Day. Um exercício de tolerância nos coletivos urbanos e no seu ambiente profissional.

domingo, 23 de novembro de 2008

Hora de voltar

Momento Titanic versão jangada

Depois de 10 dias de sol, praia, muito calor, cerveja e camarão de tudo quanto é jeito, despeço-me de Fortaleza (Obrigaaaado, Fortaleza - com uma reverência). Desde sexta-feira da semana passada, véspera do casamento do meu irmão, estive conhecendo a geografia da capital cearense. Conheci também a tal de Maranguape, que tornou-se conhecida através dos discursos do personagem do Lúcio Mauro na Escolinha do Professor Raimundo. Beach Park, Praia do Futuro, Museu da Cachaça (hic, hic), Sítio Ypióca (hic), Ponte dos Ingleses, Forró do Pirata, Arre Égua, Mercado Central, Passeio de Buggy e de jangada, hidroterapia, passeio de Escuna, concurso de barrigada em alto mar, sequência de camarão e lagosta.
Depois eu posto algo mais detalhado sobre as minhas férias. Hoje tem um post inadiável, que deve entrar em seguida.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Palavra do Dia - 5


PETRÓLEO

Quase um mês após a última "palavra do dia", eu retorno com esta que está represando todas as outras subseqüentes (sim, eu aindo uso trema e vou continuar usando). Dá pra dizer que isso prova que o meu combustível não é fóssil, que eu prefiro a energia renovável e menos poluente. O petróleo me travou, amarrou as minhas juntas e preencheu os espaços intersticiais dos meus neurônios. Atravancou sinapses. Fossilizou meu pensamento. Agora, na pressão, a cinco minutos de começar uma reunião, aqui estou eu, tentando preencher essa lacuna, escoando o "ouro negro" da minha mente. Falando nisso (em petróleo e em negro), viram que o Obama ganhou a eleição nos Estados Unidos da América do Norte?
Para não deixar o post sem ilustração, publico um vídeo abaixo. O vídeo é massa. Sobre o novo presidente estadunidense? Deixa o tempo dizer.
Yes, we can.



sábado, 1 de novembro de 2008

1º Prêmio Gaúcho de Arte Eletrônica

Inscrevi estas duas animações no 1º Prêmio Gaúcho de Arte Eletrônica e hoje recebi a notícia que estou entre os finalistas. ÊêÊêÊêÊÊÊÊêêêêêê!
Artista (e não artista) gaúcho (e não gaúcho) amigo, clica aí no banner abaixo e vota! Gracias!







terça-feira, 28 de outubro de 2008

Garrafa Path


Esta eu tive que respirar fundo e revirar a agenda pra fazer... O rascunho estava pronto há mais de um ano e guardado. Mas saiu. Botei pra concorrer no Camiseteria.
Clica aí na imagem pra ampliar.


terça-feira, 14 de outubro de 2008

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Palavra do Dia - 4


BAGATELA

A moeda número 1 do Tio Patinhas não é minha.
Hoje eu não estou com vontade de escrever.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Retomando a blenorragia


Terminei de ler ontem o segundo volume da obra-prima Black Hole, do fantagráfico Charles Burns. Admirável. Em primeiro lugar, a arte do álbum é sensacional, com um traço extremamente cuidadoso, quase mecânico. Em segundo lugar, é um livro completamente autoral.
A história se passa nos arredores de Seattle, na década de 70, e conta a história de uma estranha epidemia que se alastra através de contato sexual entre os jovens da região, manifestando-se das mais diversas fomas, desde pequenas manchas até as mais bizarras mutações. Pode-se dizer que é uma metáfora bem explícita da epidemia da SIDA (Síndrome da ImunoDeficiência Adquirida, ou AIDS), mostrando preconceito e ignorância da sociedade em geral contrapondo-se a alguns lampejos de compreensão e tolerância de poucos indivíduos. Eu disse que retomaria o tópico da blenorragia através de uma ficção, pois a minha satisfação não foi plena com aquele post. Pois bem, aí está: uma ficção. Não é minha, não é sobre gonorréia, mas é quase. Uma coisa é certa: vale a pena ler.

domingo, 5 de outubro de 2008

Dale dale dale dale ô!



Fim de semana excepcional. Cheguei na sexta-feira à meia-noite e já começava a se avizinhar o clima de sábado, quando o Xavante estreiaria sua campanha no octogonal final da série C do campeonato brasileiro. Clima de apreensão, pode-se dizer... Porque, por tradição, o Brasil de Pelotas, rema, rema, rema e acaba morrendo na praia. Este ano vai ser diferente, "pois este ano vamos vencer".

Quem diria (das pessoas que me conhecem há algum tempo) que um dia eu iria dedicar minutos que fossem (imaginem então horas) ao futebol... Alguma coisa este ano me fez voltar os olhos novamente para a aldeia, como eu ja falei em um post anterior, inclusive para o meu time do coração. Depois de um longo jejum de qualquer forma de futebol, seja pela TV, ao vivo ou jogando, há alguns meses eu retomei essas atividades: comecei a jogar bola uma vez por semana, voltei a torcer pelo Xavante (eu continuava com o sentimento latente, mas estava relutante, em protesto à violência inconseqüente que costumava acontecer freqüentemente) e até a ir ao estádio.

E eu fui, neste sábado que passou, ao caldeirão da baixada. E, apesar de não estar lotado, o clima era mesmo de fervura, de inferno. Inferno para o Rio Branco do Acre. Terminei o meu sábado voltando pra casa feliz, com uma vitória de 2 x 1. Pra comemorar (e matar um pouco do efeito das 3 cervejas que eu tomei), fui com o meu irmão tomar um cafezinho no Aquário, coisa que eu não fazia há anos. Encontrei amigos, todos Xavantes, todos felizes, com sorriso no rosto. Fiquei sem voz. Fiz parte da torcida. Segurei um sinalizador na entrada do time em campo. Ajudei a esquentar o caldeirão. Eu era um pontinho vermelho no meio de toda aquela fumaça. Eu gritei, berrei, comemorei. Salve o Brasil, o campeão do bem-querer.

E tudo isso pra dizer que se o sábado foi bom, o domingo foi melhor ainda ;)

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