A arte do novo cartaz da Goyoaga Euskal Garagardo tá no belo blog They Draw and Cook, que mostra receitas ilustradas pelos próprios cozinheiros :) Créditos pro meu irmão Lúcio, o cervejeiro oficial da família. Valeu, abraço!
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segunda-feira, 14 de junho de 2010
Goyoaga no blog They Draw and Cook
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maumau
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segunda-feira, 20 de julho de 2009
Medalhões com Quibebe
De volta à cozinha! Desta vez a receita foi mais pensada, menos improvisada, mas ainda assim inventada.
Dei um toque pessoal nos temperos e ficou bom bagarai! Até o meu irmão, que não é muito chegado em abóbora repetiu o prato. Desta vez não vou detalhar quantidades etc, mas vou descrever tudo que entrou e mahomeno o processo de preparação.
Seguinte: Primeiro comecei pelo quibebe, fritando um pouco de cebola e alho, cozinhando a abóbora até amolecer bem, e depois amassando, na panela mesmo, com um garfo. Não pode amassar demais pra não perder a textura. Em seguida entraram os temperos na panela, que foram: azeite de oliva extra virgem, sal e pimenta síria (que contém várias especiarias, incluindo canela, hmmmmm) e depois entrou o leite de coco. Como o leite de coco contém um pouco de gordura, eu deixei cozinhando bastante, sempre mexendo pra não pegar no fundo. Desliguei o fogo pra começar a me dedicar ao principal.
Cortei medalhões de uma peça de tatu, de aproximadamente 2 cm de altura e fatiei uns 4 cogumelhos do tipo castanho. Os medalhões eu embebi em azeite com sal e alecrim. E dê-lhe mais azeite de oliva pra fritar um pouco de cebola e alho. Entra o cogumelo. Daí fritam-se os medalhões, "selando" por fora e deixando um pouco mal-passado por dentro (Eu gosto beeeeem mal-passado. Uma dica pra deixar a carne mais macia: esfregar um pedaço de mamão na carne antes de levar ao fogo.). O toque especial agora é terminar a fritura com um copo de vinho. Usei um vinho uruguaio, Castel Pujol, corte de Tannat/Merlot que estava em promoção no Zaffari e que eu tô terminando de beber enquanto escrevo. À medida que entram os medalhões, rega-se com o vinho, que vai se incorporando ao restante dos ingredientes da frigideira, formando um molho que vai por cima no final.
Montagem: não sou nenhum Cordon Bleu, mas pra feio o meu rango não serve :P
Dispus os dois medalhões no prato, com os cogumelos e o molho por cima, entre eles o quibebe, com um ramo de alecrim no topo.
Bon appétit!
Dei um toque pessoal nos temperos e ficou bom bagarai! Até o meu irmão, que não é muito chegado em abóbora repetiu o prato. Desta vez não vou detalhar quantidades etc, mas vou descrever tudo que entrou e mahomeno o processo de preparação.
Seguinte: Primeiro comecei pelo quibebe, fritando um pouco de cebola e alho, cozinhando a abóbora até amolecer bem, e depois amassando, na panela mesmo, com um garfo. Não pode amassar demais pra não perder a textura. Em seguida entraram os temperos na panela, que foram: azeite de oliva extra virgem, sal e pimenta síria (que contém várias especiarias, incluindo canela, hmmmmm) e depois entrou o leite de coco. Como o leite de coco contém um pouco de gordura, eu deixei cozinhando bastante, sempre mexendo pra não pegar no fundo. Desliguei o fogo pra começar a me dedicar ao principal.
Cortei medalhões de uma peça de tatu, de aproximadamente 2 cm de altura e fatiei uns 4 cogumelhos do tipo castanho. Os medalhões eu embebi em azeite com sal e alecrim. E dê-lhe mais azeite de oliva pra fritar um pouco de cebola e alho. Entra o cogumelo. Daí fritam-se os medalhões, "selando" por fora e deixando um pouco mal-passado por dentro (Eu gosto beeeeem mal-passado. Uma dica pra deixar a carne mais macia: esfregar um pedaço de mamão na carne antes de levar ao fogo.). O toque especial agora é terminar a fritura com um copo de vinho. Usei um vinho uruguaio, Castel Pujol, corte de Tannat/Merlot que estava em promoção no Zaffari e que eu tô terminando de beber enquanto escrevo. À medida que entram os medalhões, rega-se com o vinho, que vai se incorporando ao restante dos ingredientes da frigideira, formando um molho que vai por cima no final.
Montagem: não sou nenhum Cordon Bleu, mas pra feio o meu rango não serve :P
Dispus os dois medalhões no prato, com os cogumelos e o molho por cima, entre eles o quibebe, com um ramo de alecrim no topo.
Bon appétit!
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maumau
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quarta-feira, 8 de abril de 2009
Suflê de Atum ao Leite de Coco
Se a cara tá boa, tinha que ver o que era o sabor.
Bem vindos de volta à Cozinha Maravilhosa do Ofélio. Desta vez eu apelei para a semana santa e resolvi fazer um prato à base de peixe. Ohh, não era nenhum bacalhau norueguês, era atum em lata na verdade, mas isso já deve contar como peixe aos olhos do Senhor Jesus Cristo. Tinha 3 latas no armário há horas (longe de vencer, diga-se de passagem) e eu não sabia como usar, já que eu não tô comendo pão (a propósito, dessas receitas que eu tenho feito, nenhuma leva carboidrato) por causa da minha dieta de proteínas. Daí eu lembrei que uma vez eu comi uma moqueca muito boa, em Camaquã (RS), que levava leite de coco. Hmm, boa idéia. Resultou nisto:
Suflê de Atum ao Leite de Coco
- 2 latas de atum ao molho de tomate picante
- 1/2 xícara de Proteína texturizada de soja (PTS) triturada no liquidificador (fica tipo uma farinha)
1 cebola média picada
1 pimentão verde médio picado
1 tomate médio picado
2 colheres de sopa de queijo parmesão ralado
1 xícara de queijo minas frescal picado
orégano, sal e pimenta síria a gosto
1 vidro de leite de coco
4 ovos
Modo de preparar:
Buenas, mistura tudo menos os ovos e o leite de coco, pode até drenar um pouco o atum pra não ficar muito molhado, e vai misturando (com as mãos) até ficar bem homogêneo. Liga o forno a mais ou menos 200˚ e deixa aquecer um pouco. Depois bate os ovos com o leite de coco. Pega metade dessa mistura e junta com o restante dos ingredientes (eu não fiz isso, mas percebi que teria ficado bem melhor se tivesse feito). Aí pega uma forma redonda adequada (e não uma bacia de aço inox, como eu fiz) untada com um pouco de óleo ou margarina e assenta o bicho lá, deixando a superfície bem lisa. Agora despeja por cima o restante dos ovos com leite de coco (isso vai fazer um chãozinho legal depois de assado). Bota no forno por mais ou menos 45 minutos. Depois de pronto, basta desenformar sobre um prato e partir pra cima com tudo. Serve bem umas 4 pessoas não muito esfomeadas. Ah, o que sobrou eu botei na geladeira com um filme plástico por cima. Mais tarde cheguei em casa de trago e comi frio mesmo, também recomendo, fica tão bom quanto quente.
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maumau
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quinta-feira, 2 de abril de 2009
Filés com Especiarias ao Molho Madeira
O suco de laranja foi só pra compor a foto, eu tomei chá verde com limão.
Viu só? Basta dar corda pro indivíduo e ele começa a se empolgar... Tô numa sequência de feitos culinários de dar inveja... Sempre inventando moda, modificando receitas etc. Como disse o meu bróder Tissot, é difícil segurar tanta criatividade, escorre pelo cérebro.
Senta que lá vem a receita:
Filé Marinado em Azeite, Cachaça e Especiarias ao Molho Madeira.
- Filés de galinha ou escalopes de alcatra bovina (usei ambos, 3 de cada)
- Mistura de ervas próprias para carne de porco (bullshit, provei que dá pra usar com aves e outros animais de grande porte)
- Pimenta branca em pó e sal a gosto
- 1 sachê de Sazon®
- Uma derramadinha de Cachaça Ypioca® Gold
- Molho Madeira em caixinha da Parmalat® (cuja direção das fotos da nova linha de embalagens foi feita por mim, aheeein)
- Azeite de oliva extra virgem
- Alho (eu usei um que já vem desidratado em flocos)
Modo de preparo:
Mistura, naquela mesma velha e boa cumbuca da receita anterior, o azeite, a cachaça, as ervas, a pimenta branca, o Sazon®, o alho e o sal (bem pouco, pois já vem em alguns outros temperos). Bota as carnes dentro da cumbuca, e, enquanto mistura com o preparado, vai furando os bichos com um garfo pra que os temperos sejam bem absorvidos. Deixa descansando por meia hora mahomeno. Perto do fim dessa meia hora, liga o fogo alto e vai aquecendo uma frigideira seca. Põe lá os filés/escalopes pra grelhar... Demora uns poucos minutos e daí já dá pra virar. Depois que eles ficarem dourados, entra o molho madeira (usei menos de meia caixinha pra essa quantidade de carne - em torno de 250g). Mistura bem, até que o molho se incorpore e perca o aspecto lácteo. Tampa a frigideira e vai fazer alguma coisa. Um suco, sei lá. Corta uns tomates bem lavados que já tá de bom tamanho. Deixa quase secar, que daí o molho fica bem espesso. Agora é servir em um prato bem bonito (tipo o da foto, que eu estreei hoje, presente do meu irmão mais velho). Ah, não pode esquecer da raspinha que fica na frigideira, aquilo é o ouro do besouro.
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maumau
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terça-feira, 31 de março de 2009
Tortillas y Guacamole
Hmmm, que delícia, pena que eu não tirei foto das tortillas...
É... era só o que faltava mesmo, agora entrar na onda da culinária... Eu ando com o Jamie Oliver mode ON. Preparei ontem uns filés de porco temperados com um mix de ervas, azeite e com uma fatia de provolone por cima. Hoje foi um momento "Viva Zapata!". Resolvi inventar em cima de uma receita de tortillas e guacamole, adaptando para uma versão zero carboidrato, com uns temperos especiais. Lá vai a receita:
Tortilla
- ovos (sim, só ovos, as minhas tortillas fajutas são omeletes beeeem fininhos)
Guacamole (porção para 2 pessoas)
- 1 abacate maduro
- 1 tomate sem pele e sem sementes
- 1 cebola pequena
- 1 naco de gengibre do tamanho de um ou dois dentes de alho
- Pimenta síria (um mix fabuloso que leva até canela) e sal a gosto
- Suco de um limão
Modo de preparo:
Raspa o abacate com uma colher e amassa com um garfo dentro de uma cumbuca. Corta o tomate, a cebola e o gengibre em cubinhos beeem pequenos, porque quanto menores (antes de chegar ao nível "batido no liquidificador") mais os ingredientes se homogenizam. Mistura tudo com o abacate. Daí vem o sal. Eu usei o equivalente a uma colher de sopa rasa, e a pimenta síria eu toquei meio na intuição. Depois entra o suco de limão, mistura tudo muito bem e manda pra geladeira. Enquanto dá uma refrigerada na guacamole, abre uma cerveja e vai bebericando enquanto bate os ovos... Hoje eu usei três, deu mais ou menos pra umas 4 tortillas... O importante é aquecer bem a frigideira levemente untada de óleo e despejar o ovo batido como se fosse fazer panqueca. Daí são alguns segundos e vira a tortilla (se souber fazer aquele lance de jogar pra cima e catar denovo na frigideira melhor, mas eu nao sei fazer aquilo direito). Vai fazendo e colocando uma sobre a outra em um prato. Quando tiver tortillas suficientes é hora de parar, por mais divertido que esteja sendo a experiência.
Agora é só servir. Aconselho uma cenoura ralada pra fazer um chãozinho sobre a tortilla e depois entra a guacamole... Dá uma estrutura legal e um sabor fenomenal. Dobra e depois come com as mãos, como faziam os antigos e os novos sem educação. Guardanapos para acompanhar. Bebida é opcional, mas com tequila deve ficar bom. Ou criar um clima pelo menos.
Vooltareeeemos.
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maumau
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