quarta-feira, 29 de abril de 2009

Firekites - Autumn Story



Firekites - AUTUMN STORY - chalk animation from Lucinda Schreiber on Vimeo.

Sonzinho maneiro e animação muito boa, feita com giz sobre diversos quadros negros.


Sketchbook - Abre tus Ojos


Tem dias que é difícil acordar. E quanto mais se dorme, mais se sente sono. Isso é ou não é um paradoxo?

terça-feira, 28 de abril de 2009

Sketchbook - Então era isso?


Mais uma composição sem o mínimo propósito. Set your mind free.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Gráfica Fidalga



Mini-documentário sensacional sobre uma gráfica formada por heróis da resistência. Composição por tipos móveis, lambe-lambes e muito sentimento. Dica do Eduardo Rocha, na lista do Diário Gráfico.

Sketchbook - What's up dog?


Esse é o Sig. Ou pelo menos o rabo e as ancas dele. Um Labrador. Início da minha produção de feriado. Vem mais por aí.

domingo, 26 de abril de 2009

Sketchbook - Mesa de bar


Enquanto esperava as batatas fritas e uma Patrícia bem gelada, rabisquei uma composição aleatória e sem o mínimo sentido. Gostei do cão.

sábado, 25 de abril de 2009

Sketchbook - Uma taça na mão, uma ideia na cabeça


Nanquim e tinta acrílica branca no meu pseudomoleskine. A mistura dos pigmentos atingiu uma coloração azulada nas partes mais claras. Gostei. A modelo ajuda, mas eu nao captei nem as suas formas nem a sua essência. Valeu Beta. Ainda te devo um desenho.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Sketchbook - In Vino Veritas


Uma taça de vinho. Sem vinho. Uma citação em latim. Lugar comum. Bebida comum. Água. Líquida e sólida.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

terça-feira, 21 de abril de 2009

Sobre criaturas e desenvolvimento fetal


Há ratos, ou pássaros - ou ratos e pássaros coabitando pacificamente - dentro das paredes do meu antigo quarto de dormir. Vejo ramos de capim seco, usados na confecção dos ninhos, saindo pelas frestas. Os guinchos em alta frequência dos roedores se alternam com os trinados dos pardais e com os semi-barulhos dos filhotes, não sei se de ratos, não sei se de pássaros. Difícil dizer, já que até uma certa idade é impossível distinguir um ser humano de um pinto. Certa vez até confundi um dogue alemão com um terneiro.
Paredes ocas, feitas de pinus com andares feitos de travessas de madeira sólida abrigam animais de uma fauna que não pertence àquele habitat. Ele arranham, gemem e gritam. Não me deixam dormir. Batidas nos lambris, que derrubam as pelotas de cimento depositadas nas entranhas da última fronteira pré-fabricada do lugar, fazem com que eles se agitem, tentem sair a todo custo. Olho para o chão e vejo diversas manchas marrons sobre as tábuas corridas, também feitas do famigerado pinus. Penso serem as manchas os nós da madeira. Os nós duros que custam a queimar na lareira durante as frias noites de inverno. Os perfis seccionados dos nós-de-pinho começam a circular pelo ambiente como baratas tontas sob o lusco-fusco do abajur rebatido. Esfrego os olhos e os ouvidos, acendo a luz e tudo - ratos, pássaros, baratas, cachorros, pintos, seres humanos e terneiros - volta ao seu devido lugar.

Pelotas, 21/04/09.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Palavra do Dia - 14


PRESTÍGIO

Era pra ter postado essa no domingo. Páscoa. Chocolate. Etcetera.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Palavra do Dia - 14


FÍGADO

Por incrível que pareça, a origem dessa palavra tem sim a ver com figo. A história é muito longa, percorre muitos caminhos e muitas línguas, mas ironicamente, aquela gozação que se atribui aos indivíduos néscios e matuscos, que falam "tô cum dor nu figo", tem um fundo de verdade. Moral da história: Não tire onda com o popular, pois um dia ele pode incluir um verbete no dicionário, mesmo que ele diga que o "orgute tá no almário". E tenho dito.

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